Rossano Snel _ músico | Pinheiros

Rossano Snel

1985, Novo Hamburgo, RS, Brasil.

 

Formação:

Centro Universitário Metodista do Sul IPA (Porto Alegre – RS)

Atualmente, cursando Composição e Orquestração na EMESP (Escola de Música do Estado de São Paulo).

 

Trabalhos sonoros com artistas visuais:

Vostok – da artista Letícia Ramos (com participação de Lucia Koch) http://vostokartproject.wordpress.com/category/ensaio-para-gravacao-de-orquestra/

Uma E Meia – performance na exposição Sala de Espera, de Carlito Carvalhosa http://rossanosnel.com/en/portfolio/uma-e-meia-com-carlito-carvalhosa/

Ano Branco – filme de Luiz Roque para 9a. Bienal do Mercosul http://www.youtube.com/watch?v=F-6WHssnkIQ http://www.youtube.com/watch?v=ut8htd0UTg4 

Elementos de sua produção autoral, mais sintético ou mais orgânico?

Já foi mais sintético mas hoje rola uma busca muito grande pelo orgânico. Acho que isso vem de uma pesquisa, de uma reflexão e um estudo constante de outros materiais musicais e também é resultado dos estudos na EMESP, das ideias que os professores Rodrigo Lima, João Victor Bota e Sergio Kafejian propõem.

No trabalho solo que eu estou desenvolvendo e nas músicas que componho e produzo para cinema, TV e outros artistas, isso tem sido uma máxima. Apesar de que eu trabalho muito com sintetizadores, com síntese e manipulação de som também (o que, hoje em dia, fica mais evidente na banda Tropical Lips, da qual faço parte).

 

O seu começo, como músico:

Com uma flauta de madeira de artesanato, presente de mãe, quando tinha 5 anos. Aos 6, comecei a estudar flauta doce e aos 8, já estava tendo aulas de piano. Depois veio orquestra do colegio e bandas das mais diversas durante a adolescência (rock, jazz, mpb, hip hop, reggae, you name it…). Rolou até um pouco de afastamento por culpa da adolescência maldita. Mas depois comecei a estudar música na Faculdade e daí não parou mais. Vieram os trabalhos em produtoras de audio, mais bandas, trabalho solo com música eletrônica na noite, tudo isso até conseguir juntar a música que eu fazia com o olhar de outras pessoas, como artistas e diretores. Mas a verdade é que tudo isso ainda é só um começo…

 

Trabalho (s) que gostou de ter feito? (podemos colocar o link)

Os três que citei acima.

Passionais, série de ficção da Pródigo Films (e que ainda não estreiou), foi um trabalho de folêgo, muita música, muita coisa pra criar e que me trouxe muita inspiração/transpiração e um desenvolvimento artístico grande.

As músicas criadas para o Creator’s Project - http://www.youtube.com/watch?v=EhF_Bh9o9Zk

E claro, minha banda, Tropical Lips, que resgatou o desejo te ter uma banda, de tocar ao vivo com mais pessoas (vontade que estava parada há muito tempo) - http://soundcloud.com/tropicallips http://www.youtube.com/watch?v=EhF_Bh9o9Zk

Mas na verdade, o prazer tem que ser parte do trabalho. É claro que nem tudo são flores. Mas se você decide fazer algo, tem que ser alguma coisa em que você acredita, senão o resultado tende a ficar pobre, menos interessante para quem faz e também para quem assiste. 

Inspiração, pesquisa:

 A todo tempo, em todos os instantes. Livros, revistas, outros músicos, andando na rua, conversando… sou completamente fissurado por aprender coisas novas, ideais novas. Tipo esponja mesmo – com a diferença de que tem que haver uma mutação na absorção.